Alameda se apresenta no Curitiba Sônica

No próximo sábado (26) acontece a segunda edição do Curitiba Sônica. Desta vez, a banda Alameda apresenta todo o resgate sonoro recheado de referências dos anos 90, em distorções e texturas que ecoam por toda uma herança de música alternativa. Contemplado pelo Edital de Bandas de Garagem da FCC, o projeto Curitiba Sônica estreou com a apresentação de Caio Marques, no último dia 19. Ao todo serão realizadas doze apresentações com bandas da cidade, até janeiro de 2010.
O Alameda surgiu em 2008 e já conta com dois singles lançados, “A Long Winding Road” e “Last Breath of Roma”. Seu primeiro EP será gravado dentro do Curitiba Sônica. Formado por Saigon Marcelo, Thiago Mattar, André “Unkle Z” Ribeiro, Bruno Fogagnoli e Victor Schemes, a banda passeia com suas composições pelo britrock clássico, até os paredões de guitarras stoners e descansam no bom e velho shoegaze. Lembra uma fase boa do cenário musical curitibano, já esquecida (e até desconhecida) pelos novos frequentadores dos bares e shows alternativos.

alameda_web

No próximo sábado (26) acontece a segunda edição do Curitiba Sônica. Desta vez, a banda Alameda apresenta todo o resgate sonoro recheado de referências dos anos 90, em distorções e texturas que ecoam por toda uma herança de música alternativa. Contemplado pelo Edital de Bandas de Garagem da FCC, o projeto Curitiba Sônica estreou com a apresentação de Caio Marques, no último dia 19. Ao todo serão realizadas doze apresentações com bandas da cidade, até janeiro de 2010.

O Alameda surgiu em 2008 e já conta com dois singles lançados, “A Long Winding Road” e “Last Breath of Roma”. Seu primeiro EP será gravado dentro do Curitiba Sônica. Formado por Saigon Marcelo, Thiago Mattar, André “Unkle Z” Ribeiro, Bruno Fogagnoli e Victor Schemes, a banda passeia com suas composições pelo britrock clássico, até os paredões de guitarras stoners e descansam no bom e velho shoegaze. Lembra uma fase boa do cenário musical curitibano, já esquecida (e até desconhecida) pelos novos frequentadores dos bares e shows alternativos.

Clique na foto acima para escutar o alameda no Myspace dos caras

Shoegaze

Shoegazing (ou shoegazer como também é chamado) é um estilo de Rock alternativo que surgiu ao sul da Inglaterra no fim dos anos 80. Diz-se que “Isn’t it Anything” de My Bloody Valentine, lançada em 1988 tenha definido o som, embora isso seja cada vez mais disputado pelos artistas associados ao gênero que alegam uma identificação mais próxima com as bandas de ritmo mais hipnótico, como a Loop. O estilo shoegazing surgiu da postura de palco dos shoegazers, que durante os shows ficavam em seu mundo particular, pouco se importando com a performance de um show ou mesmo qualquer contato com o público. A performance tímida chegava ao ponto dos músicos ficarem o tempo todo olhando para baixo sem encarar o público (ou “olhando para os sapatos” e daí shoegazer). Se limitando a sonoridade, o My Bloody Valentine (e numerosas bandas que se seguiram) era marcada pela distorção, guitarras barulhentas e poderosas onde a instrumentação harmônica torna difícil distinguir cada instrumento, formando um caos sonoro temperado por vocais etéreos e contidos criando um contraste entre melodias delicadas e o vigor e peso das distorções e efeitos.

Fonte Wikipedia

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