CAIXA LAUSAC PORTRAIT – PRINCE

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LAUSAC cria para restaurante Amoreira

Localizado no alto das Mercês, com vista para a Torre panorâmica de Curitiba, o restaurante Amoreira é o mais novo canto aconchegante da cidade. Estacionamento próprio, ambiente arejado, quintal com horta e a sombra de uma Amoreira, dão o toque de acolhimento que o local oferece, não fosse suficiente, o restaurante aposta num menu simples mas com tempero de comida caseira, comida da vovó como um dos sócios Rogério Maiczuk gosta de frisar. Ele conta que teve um insight após percorrer como peregrino o caminho de Santiago na Espanha em 2014. Durante o percurso teve a oportunidade de fazer as refeições em verdadeiras casas de família, aonde a comida da abuela (vó em espanhol) era sempre presente e decidiu trazer essa experiência para o seu mais novo projeto gastronômico. A LAUSAC como sempre ouviu com atenção e traduziu graficamente essa narrativa em linhas suaves como carinho de vó, o fundo mais rebuscado representando a árvore da amora, procura transmitir a complexidade dos sabores desses pratos, que apesar da aparente frugalidade nos remetem a ternas lembranças de tempos idos.

The Uncontainable Project

Coletivos LAUSAC em intervenção coletiva na Australia

Em 2011, o coletivo International Noise Artist Run Initiative foi convidado para expor no Festival da Universidade Verge de Sydney. Utilizando um dos contêiners posicionados ao longo da Eastern Avenue no campus, esse coletivo de arte sentiu que era uma excelente oportunidade para convidar artistas do mundo inteiro para participarem dessa intervenção enviando seus trabalhos que seriam apresentados em forma de paste-up, uma das marcas registradas do grupo.

Cada centímetro de espaço do lado de fora do contêiner foi preenchido com fotocópias A3 dos trabalhos enviados, gerando uma cacofonia de material visual, ocupando cada superfície possível. Semelhante aos billposters que vemos ao longo tapumes ou túneis das grandes cidades, com camadas e camadas de obras de arte.

Em contraste com esta agradável confusão, um grupo de imagens foi instalado no interior do recipiente, depois de uma cuidadosa curadoria. Impressas em tamanho A1, esta é uma exposição mais formal que propõe um confronto entre a arte de rua efêmera e descartável e a prática coesa e fundamentada do processo artistico. Essa exposição no interior do contêiner, com pouca luz, pretende dar a sensação de um túnel subterrâneo. Os dois formatos apresentados lado a lado, representam a beleza escondida no interior e o caos e a desordem do lado de fora.

Graças à internet, mídias sociais e o boca em boca, o convite foi espalhado e teve mais de 150 obras enviadas de todo o mundo incluindo o Brasil, Istambul e EUA, bem como muitos artistas australianos.

Os coletivos LAUSAC apresentados abaixo, foram enviados e participaram dessa mostra no outro lado do mundo. Um dos coletivos foi selecionado para a exposição interna do contêiner.

Assita abaixo o vídeo demonstrando o processo de montagem da mostra.

Visite www.valentinaschulte.com  e veja mais imagens da mostra.