LAUSAC cria para Portal Mirabilis

Loddigesia mirabilis, ou colibri sílfide, é uma espécie de beija-flor da família Trochilidae. Endêmica da Amazônia Peruana. Mede apenas 5 cm e está ameaçado de extinção, devido as supostas propriedades afrodisíacas atribuidas ao consumo de seu pequeno coração. Essa mistura de beija-flor com pavão, foi o símbolo escolhido para dar nome ao espaço de terapias alternativas, que tem por objetivo tratar dos males da alma e por que não dizer do coração. Foi portanto o ponto de partida desse estudo de logotipia. Decidimos trabalhar o símbolo dentro de uma esfera. A esfera é um elemento geométrico perfeitamente simétrico, sendo que todos os pontos de sua superfície estão a mesma distância de seu centro. Simetria que nos remete a equilíbrio, um dos objetivos das terapias alternativas oferecidas pelos terapeutas Portal Mirabilis. Além de trabalharmos a esfera, decidimos desenvolver, o símbolo seguindo o esquema gráfico do Yin-yang, conceitos do taoísmo, que expõem a dualidade de tudo o que existe no universo. O resultado você confere abaixo.

Arte e liberdade

Em janeiro desse ano me comprometi com o desafio de dar um curso de Pintura de Faixas e Cartazes, para menores infratores no educandário (Cense) de Piraquara. Não, não é um trabalho voluntário, como estava com algum tempo livre e querendo aumentar meus rendimentos, pesquisei algumas ofertas de trabalho de algumas empresas e dentre elas a que mais me agradou foi uma ONG chamada Associação Horizontes, cuja missão é promover a sustentabilidade, a inclusão social e a geração de trabalho e renda por meio da educação.

O anúncio dizia que estavam contratando instrutores para o referido curso e ponto. Enviei meu currículo e no mesmo dia eles entraram em contato, dizendo que o curso seria ministrado no Cense para jovens que cumpriam medida em regime fechado, ou seja, presos. Na hora fiquei bem interessado, pois se tratava de algo que definitivamente eu nunca havia feito na vida, mas estava apto a fazer por conta de mais de 3 décadas de carreira na área da direção de arte e comunicação, sem falar numa licenciatura em artes plásticas. Como sempre atuei como publicitário e nunca como professor, achei a oferta perfeita para verificar se a escolha do curso que fiz no passado finalmente se mostraria útil.

Fiquei bastante entusiasmado com a perspectiva de usar meu conhecimento para algo mais nobre do que criar anúncios e roteiros para publicidade. Já na entrevista, percebi que o trabalho não seria muito fácil e que envolvia certo risco a minha integridade física, já que as aulas seriam ministradas em salas de aula fechadas como celas, aonde em cada encontro (aula) eu ficaria trancado com os alunos por duas horas e meia, com materiais como lápis, canetas, réguas, apontadores entre outros que facilmente se tornam armas letais. Apesar do risco, ou por causa dele, aceitei na hora a proposta e fiquei bastante ansioso pelo começo das atividades. Ansioso pelo efeito que o encontro com esses jovens que cometeram crimes teria sobre mim e o efeito que porventura eu causaria neles. Ansioso, pois sentia o mesmo prazer de sentir medo como da primeira vez que saltei de Bungee jumping ou que pilotei um kart, um medo misturado com adrenalina, a sensação de enganar a morte que sinto quando faço algo perigoso.

Esse medo porém durou os 10 primeiros minutos da primeira aula que ministrei no Cense Piraquara. Estava na sala com a coordenadora local da Horizontes, quando um grupo de três educadores do Cense trouxeram sob escolta dois alunos. Um deles entrou na sala de aula, tocando horror, como se dissesse: preste atenção que eu estou chegando. Careca e todo tatuado, pele muito branca e olhos injetados de ódio ou coisa que o valha. Confesso que tremi e pensei: o que estou fazendo aqui? Minutos depois, nos apresentamos todos e eu comecei a falar sobre o curso e sem demora já propus uma atividade, que consistia em demonstrar o processo criativo que uso no meu trabalho, para que eles pudessem através desse processo, criar um tema para o projeto do curso, que defini como sendo um cartaz com título e imagens, pintado a mão. Teriamos então além desse primeiro encontro, mais 19 encontros para que eu ensinasse a esses alunos um pouco do que aprendi em 30 anos de profissão. Minha surpresa, foi que no decorrer dessa primeira aula, a expressão dos garotos, foi mudando da apatia para o interesse. O diálogo foi sendo estabelecido e comecei a ver os seres humanos que estavam na minha frente. Apesar de alguns deles, sentirem certo prazer em contar sobre seus crimes, na tentativa de auto firmar sua masculinidade, procurei durante os três meses que convivi com esse cinco jovens de alas diferentes, enxergar o lado positivo de cada um. E pasmem, são jovens com necessidades parecidas com as minhas, com as suas. Sentem alegria, sentem tristeza, sentem amor e principalmente a falta de amor. Durante esses três meses, refleti muito sobre a condição de vida que os conduziu ao crime. Várias vezes tentei imaginar se eu tivesse crescido na mesma condição sócio cultural deles, se eu não escolheria o caminho dos “corre” (roubo), se eu não seria patrão de uma “biqueira” (ponto de venda de drogas). Me senti um pouco culpado, pois dentro desse caldo todo, composto de alcoolismo  e drogadição dos pais, falta de afeto, falta de condições mínimas de higiene, de acesso a educação e a cultura, a falta de acesso aos bens de consumo que a publicidade e a mídia berram aos quatro cantos que você precisa ter para ser feliz, que você precisa ter para ser, é o que mais pesa na escolha do meio mais rápido de faturamento feita por esses jovens, roubar é mais fácil do que pedir, vender droga dá em uma hora o que um trabalhador leva um mês suando para conseguir. Como publicitário me senti culpado, porém a culpa foi o combustível que me manteve firme durante esse ciclo, pois estar ali era uma espécie de expiação. Eu estava fazendo algo bom, por mais que a mensagem que eu estava passando para esses garotos, entrasse por um ouvido e saísse por outro e minha expectativa era de conduzir pelo menos um deles para um caminho do bem, me senti bem comigo mesmo e bastante motivado e isso refletiu em outros aspectos da minha vida. O efeito que o encontro com esse jovens causou em mim, foi extremamente positivo. Fazer o bem, ou pelo menos tentar fazer o bem, faz muito bem a quem faz, sem falar no valor que passei a dar a minha liberdade, passar algumas horas preso durante o dia de segunda a quinta-feira, me fez sentir uma felicidade indescritível por ser livre e poder ir para onde eu quisesse a hora que eu quisesse cada vez que eu entrava no meu carro para voltar para Curitiba e para meus outros compromissos, coisas que temos e não damos valor. O efeito que causei neles, só o tempo dirá. É uma escolha difícil para eles. Viver na miséria com pouquíssimas chances de sustento ou a vida do crime, com seu ciclo de vida rápida, adrenalina e um certo glamour e prestígio dentro da comunidade.

Outro aspecto que me intrigou bastante, foi a escolha dos temas, dos textos e das imagens para o projeto de cada um desses garotos. O resultado, que você confere abaixo nem precisa de comentários.

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dias_felizes_&_dias_tristes meu_esconderijo_e_minha_familia minha_mãe_é_uma_novela o_resumo_de_tudo

Easy Players na Virada Cultural 2011

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foto Sérgio Vieira

Easy Players, extraordinariamente esse sábado dia 05 de novembro, 16:40 no Peppers. Show da Virada Cultural… e de graça. Pra amolecer qualquer coração destruido.

Para ouvir Easy Players clique aqui

||->> Pérolas do Capitão Flores <<-||

O consumo moderado de cerveja reduz o risco de doenças cardíacas, melhora o sistema imunológico e ajuda na prenvenção de câncer, segundo pesquisas divulgadas no 4º Simpósio sobre Cerveja e Saúde, organizado por uma associação européia de produtores de cerveja, em Bruxelas.
Especialistas europeus afirmam que as plantas utilizadas na fabricação da bebida sagrada do povo celta são ricas em substâncias responsáveis por inúmeros efeitos biológicos benéficos.
Norbert Flank, médico do Centro Alemão de Pesquisa sobre o Câncer, diz que um dos componentes da cerveja, o xanthohumol, tem um papel antioxidante que chega a ser mais importante que o da vitamina E e pode ajudar na prevenção de câncer.
A cerveja também é rica em silício natural, elemento que permite melhorar a densidade mineral dos ossos e prevenir a osteoporose, de acordo com um estudo de Jonathan Powell, professor do Conselho de Investigação Médica em Cambridge.
Flavonóides
De todos os componentes da cerveja, os que somam mais benefícios são os flavonóides, um grupo de compostos encontrados em frutas e vegetais e proporcionados à cerveja pelo lúpulo e a malta.
Estudos realizados por médicos e cientistas de vários centros da Europa concluíram que a ingestão moderada de cerveja permite que os flavonóides atuem sobre o organismo aumentando o número de linfócitos, células imunológicas responsáveis pela destruição de microorganismos invasores.
“Com essa propriedade, a cerveja pode proteger o corpo contra alergias e patologias inflamatórias”, afirma Ascensión Marcos, professora do Conselho Superior de Investigações Científicas da Espanha.
Segundo os especialistas, o efeito antiinflamatório da cerveja contribui com a saúde cardíaca ao diminuir os riscos de infarto do miocárdio, além de evitar a má coagulação sanguínea e a incidência de trombose.
Além disso, os pesquisadores presentes ao evento dizem que a cerveja proporciona outros benefícios cardiovasculares que são inerentes a todas as bebidas fermentadas.
“A mídia e o público costumam prestar atenção ao vinho. No entanto, as novas evidências provam que os benefícios estão relacionados também ao próprio álcool. Outras bebidas, como a cerveja, também têm um lado positivo”, afirma o professor Powell.
Pesquisas conduzidas pela Universidade de Graz, na Áustria, indicam que o álcool presente nas bebidas também tem a capacidade de preservar as funções cerebrais em pessoas de idade avançada.
“O consumo moderado, então, ajuda a prevenir a demência e o Mal de Alzheimer”, diz o professor Manfred Walzl, responsável por esse estudo.
De acordo com Walzl, pessoas que bebem diariamente dois copos de cerveja ou um de vinho têm uma agilidade mental melhor que os abstêmios.
“Além disso, são mais felizes, se suicidam menos e têm menos baixas no trabalho”, acrescenta.
No caso da cerveja, a dose ideal para cada efeito esperado ainda desperta polêmica, mas os especialistas concordam que não se deve superar dois copos diários, no caso das mulheres, e quatro, para os homens.

Era somente isto que eu precisava.

Um bom final de semana.

Abraços

Flores

Encontro promove benefícios da cerveja à saúde
Márcia Bizzotto
de Bruxelas

O consumo moderado de cerveja reduz o risco de doenças cardíacas, melhora o sistema imunológico e ajuda na prenvenção de câncer, segundo pesquisas divulgadas no 4º Simpósio sobre Cerveja e Saúde, organizado por uma associação européia de produtores de cerveja, em Bruxelas.

Especialistas europeus afirmam que as plantas utilizadas na fabricação da bebida sagrada do povo celta são ricas em substâncias responsáveis por inúmeros efeitos biológicos benéficos.

Norbert Flank, médico do Centro Alemão de Pesquisa sobre o Câncer, diz que um dos componentes da cerveja, o xanthohumol, tem um papel antioxidante que chega a ser mais importante que o da vitamina E e pode ajudar na prevenção de câncer.

A cerveja também é rica em silício natural, elemento que permite melhorar a densidade mineral dos ossos e prevenir a osteoporose, de acordo com um estudo de Jonathan Powell, professor do Conselho de Investigação Médica em Cambridge.

Flavonóides

De todos os componentes da cerveja, os que somam mais benefícios são os flavonóides, um grupo de compostos encontrados em frutas e vegetais e proporcionados à cerveja pelo lúpulo e a malta.

Estudos realizados por médicos e cientistas de vários centros da Europa concluíram que a ingestão moderada de cerveja permite que os flavonóides atuem sobre o organismo aumentando o número de linfócitos, células imunológicas responsáveis pela destruição de microorganismos invasores.

“Com essa propriedade, a cerveja pode proteger o corpo contra alergias e patologias inflamatórias”, afirma Ascensión Marcos, professora do Conselho Superior de Investigações Científicas da Espanha.

Segundo os especialistas, o efeito antiinflamatório da cerveja contribui com a saúde cardíaca ao diminuir os riscos de infarto do miocárdio, além de evitar a má coagulação sanguínea e a incidência de trombose.

Além disso, os pesquisadores presentes ao evento dizem que a cerveja proporciona outros benefícios cardiovasculares que são inerentes a todas as bebidas fermentadas.

“A mídia e o público costumam prestar atenção ao vinho. No entanto, as novas evidências provam que os benefícios estão relacionados também ao próprio álcool. Outras bebidas, como a cerveja, também têm um lado positivo”, afirma o professor Powell.

Pesquisas conduzidas pela Universidade de Graz, na Áustria, indicam que o álcool presente nas bebidas também tem a capacidade de preservar as funções cerebrais em pessoas de idade avançada.

“O consumo moderado, então, ajuda a prevenir a demência e o Mal de Alzheimer”, diz o professor Manfred Walzl, responsável por esse estudo.

De acordo com Walzl, pessoas que bebem diariamente dois copos de cerveja ou um de vinho têm uma agilidade mental melhor que os abstêmios.

“Além disso, são mais felizes, se suicidam menos e têm menos baixas no trabalho”, acrescenta.

No caso da cerveja, a dose ideal para cada efeito esperado ainda desperta polêmica, mas os especialistas concordam que não se deve superar dois copos diários, no caso das mulheres, e quatro, para os homens.