LAUSAC – Optical Illusions – Slanted Illusion

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As linhas horizontais acima são retas, mesmo que o o seu cérebro diga que não.

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Punk Marketing Manifesto – artigo Nº11

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SAIBA QUEM VOCÊ É.

Se você não entender o que é isso em que você é bom, ficará tentado a ser algo que você não é.

Foto: decoração de PDV da Borracharia do Polaco (Balneário Ipanema – PR)

Quando vou começar a ter resultados com as mídias e redes sociais?

Por Silvio Tanabe*

A pergunta é natural diante de tantas notícias e reportagens na imprensa sobre quem está se dando bem, principalmente no Twitter, a sensação do momento. E a resposta parece ser clara: quanto mais tempo você demorar para participar das redes sociais, menores serão as chances de explorar todas estas oportunidades.

Isso explica a correria das empresas em entrar nessa nova onda. Afinal, é só acompanhar algumas estatísticas: o número de usuários do Twitter aumentou 1.600% entre julho de 2008 e 2009, sendo que os brasileiros são os que passam mais tempo “tuitando” (cerca de 41,5 minutos por mês de acordo com pesquisa da ComScore). Somente em São Paulo, 45% da população já participa de alguma rede social, índice que aumenta para 75% entre os jovens entre 18 e 24 anos (Ibope Mídia). Nas empresas, segundo estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NTT/URFJ), 74% dos pesquisados planejam participar das mídias sociais nos próximos 12 meses. Diante de números tão promissores, por que não tentar?

Até aí, nada de mais. O problema é quando as empresas, ansiosas por resultados rápidos, colocam “o carro na frente dos bois” (a expressão é tão antiga quanto válida). A mesma pesquisa da URFJ revelou que 49% dos pesquisados já entram nas mídias sociais querendo “faturar” de alguma forma: insistem em oferecer seus produtos nas comunidades, fazem propaganda descarada nos blogs, enviam mensagens comerciais sem permissão. Ou, por outro lado, participam dessas mídias sem propósito definido, simplesmente “por participar”, para fazer parte e ver o que acontece.

A conseqüência: comunicação com conteúdo irrelevante, propaganda demais, foco de menos e, pior, a reação contrária dos internautas, que pode ir da indiferença à indignação. Por estas razões, os índices de sucesso nas redes sociais estão abaixo do que poderiam estar.

Em vez de escolher o caminho mais rápido, o ideal é trilhar pelo mais seguro. Além de maior potencial para gerar resultados, fazer um planejamento prévio com base no conhecimento das mídias sociais, do perfil do público-alvo e em ações sintonizadas com outras ferramentas de marketing digital também tem menos probabilidade de ser rejeitada. Os principais aspectos a serem levados em conta neste sentido são:

Entenda como as mídias sociais funcionam

Comunidades, blogs e Twitter possuem uma dinâmica própria, que só são compreendidas quando se faz parte delas. Portanto, antes de delegar a tarefa a terceiros, é essencial que você participe para ter uma noção mais clara sobre as regras de conduta e formas de abordagem mais apropriadas. Uma das primeiras coisas que descobrirá, por experiência própria, é porque ninguém nesse meio gosta de vendas diretas.

Entenda como o seu público-alvo interage

Estude como seus clientes, consumidores ou prospects participam das mídias sociais. Eles a utilizam para conhecer a opinião de outras pessoas sobre o seu produto, para reclamar ou elogiar? Estão interessados em assuntos profissionais ou pessoais? Quais os sites mais freqüentados (Orkut, Facebook, Sonico, MySpace, Via6, Linked In, Plaxo etc.) E se não participam, isso ocorre por falta de tempo, interesse ou dificuldade em acompanhar estas novidades? O que os motivaria a fazer parte de uma rede social?

Defina a estratégia

 As etapas acima são fundamentais para o passo seguinte, definir a estratégia de atuação, que pode se dar em três níveis principais: canais relacionamento (atendimento a reclamações, esclarecimento de dúvidas, interação com clientes e consumidores), comunicação (divulgação de lançamentos ou atualizações de produtos, informações práticas) ou campanhas de fidelização (promoções exclusivas para quem participa ou segue em suas comunidades, blogs ou Twitter). Independente da escolha, é essencial atuar de forma integrada a outras iniciativas de marketing utilizadas pela empresa, sejam online (website, e-mail marketing, links patrocinados, banners) ou offline (anúncios, mala direta, assessoria de imprensa etc.)

Crie um diferencial

Só participar não é o bastante. É preciso participar de forma diferenciada. Seja por meio de conteúdo exclusivo, promoções especiais ou atendimento personalizado. É a melhor maneira de conquistar atenção, fidelidade do público e, principalmente, fazer com que as suas iniciativas sejam divulgadas pelos próprios participantes por meio do boca a boca.

Tenha objetivos claros e mensure os resultados

Uma das grandes vantagens do marketing digital é dispor de recursos que permitem mensurar os resultados das mais diversas formas. Use isso a seu favor, estabelecendo objetivos e metas claros para cada mídia social. Uma dica para facilitar a tarefa é canalizar as ações das mídias sociais no site da empresa. Por exemplo, em uma promoção pelo Twitter, faça com que os internautas tenham de visitar o site para conhecer as regras ou os prêmios. Dessa forma, é possível mensurar em detalhes a audiência (região de proveniência dos visitantes, duração) e o tráfego (páginas mais visitas) do site e relacioná-los com a receptividade da campanha. É também uma forma dos internautas conhecerem mais sobre a sua empresa e outros produtos oferecidos.

Para exemplificar, selecionei casos de algumas empresas que encontraram formas criativas de explorar o potencial das mídias sociais: A loja virtual CompraFácil (www.comprafacil.com.br) desenvolveu uma campanha pelo Twitter em que os seguidores do perfil da empresa (@blogcomprafacil) participam de diversas promoções, desde descontos de até 70% até leilões de equipamentos eletrônicos com lances variando de R$ 0,50 a R$ 10. As ações praticamente dobraram o número de seguidores. Como parte de seu programa de relacionamento, a Nokia realizou recentemente no país o Nokia Camp (http://www.semlimites.blog.br/semlimites/nokiacamp/), evento que reuniu 200 blogleiros, administradores de fóruns e comunidades relacionadas a celulares e outros gadgets, twitteiros e fãs da marca para trocar experiências sobre produtos e interagir com a área de marketing e desenvolvimento da empresa. A Citröen (www.citroen.com.br) anunciou o lançamento de seu novo modelo, o DS3 no Brasil por meio do Twitter. Primeiro técnico de futebol no Brasil a ter perfil no Twitter, Mano Menezes (www.manomenezes.com.br), do Corinthians, comemorou a marca de 1 milhão de seguidores com a promoção “Sou mano do Mano”, em que o vencedor acompanharia o técnico por um dia nos treinamento do Timão. O Terraço Shopping, de Brasília (DF), não se contentou em divulgar suas lojas e atrações no site. Ao invés disso, criou o blog http://www.amorlevaminhasacola.com.br, feito por um casal que relata situações cotidianas vividas no shopping.

* Silvio Tanabe é consultor da Magoweb Marketing Digital e Soluções para Internet.

Posted in Mundo do Marketing

Certificações: Marketing, conteúdo ou somente propaganda?

Não é segredo para ninguém que vivemos em uma época de grande valorização do que chamo “marketing dos títulos e das certificações”. São CAPM, PMP,MBA, (só pra citar as que podem ter referências com projeto), SIX SIGMA, ISO’s entre outras.
Antes de deixar alguma dúvida, já esclareço: Sou totalmente à favor de certificações, podem ser um grande diferencial profissional, ou corporativo.
Só gostaria que pensássemos juntos sobre alguns pontos, aos quais acabo escutando muito ao conversar com profissionais de projeto (especificamente da área técnica e não de gerenciamento).
1) Profissionais com muitos anos de experiência (alguns com mais anos de experiência do que tenho de idade) sentem-se “magoados” por “um diploma” ser mais valorizado do que toda sua vivência.
2) Metodologias “pregadas” por algumas certificações são “moda”: “Olha lá, acabou de fazer um cursinho, já vai querer inventar outra moda!” (quem nunca ouviu isso?);
3) Resistência, pessimismo, ou em casos mais graves até mesmo boicote ou “sabotagem”: “Não vou nem perder meu tempo, vou continuar fazendo como fazia antes. Não vai dar certo mesmo!”
Para não me estender muito, gostaria de discutir em cima desses três pontos (poderíamos listar uma dúzia, certo?):
Há que se reconhecer, que a vivência, a experiência pode definitivamente ser um ponto importante, não só em projetos, como em qualquer área profissional. Porém, não é só porque faço a 30 anos a mesma coisa, que ela é correta.  Por outro lado (fazendo o papel de advogado do diabo), não é só porque tenho uma certificação (seja ela qual for), que sou dono da verdade e devo fechar meus ouvidos para as opiniões alheias.
Metodologias, quando bem aplicadas só trazem benefícios, porém, isso depende muito de uma análise crítica de quem é responsável pela implantação e por fazer-se cumprir essa metodologia. Metodologias não devem ser “engessadas”, devem ser adaptáveis às culturas da empresa que a recebe. Há, portanto, que se reconhecer que dependendo da maturidade do gestor e principalmente da empresa com relação à mudanças, podem sir existir implantações de métodos apenas por moda (o que aconteceu muito com o 5S, 6 sigma e etc..que são indiscutivelmente ótimas ferramentas, mas que foram implantadas de forma errada em muitas empresas, por problemas da própria empresa.)
A resistência a mudanças faz parte da natureza humana. Se algo não me incomoda, por que vou mudar? Sair da minha zona de conforto? Quanto a isso, não há receita pronta. Precisamos identificar o foco da resistência e tentar quebrá-lo. Se possível, até mesmo trazê-lo para nosso lado.
Mas o mais importante: Devemos aliar conhecimento, agregar valor as certificações. Como disse, é um grande diferencial competitivo, mas se nós não agregarmos valor ao que fazemos, se não fizermos valer o que aprendemos e com bom senso colocar em prática, não por vaidade, mas por convicção de estar fazendo o que é certo, todas elas serão banalizadas, serão apenas propaganda e certamente com prazo de validade à vencer. Pedindo licença aos nossos colegas profissionais da propaganda e MKT: “Não adianta uma boa propaganda, se o produto for ruim. Vendo uma vez, mas não mantenho o mercado.”

Não é segredo para ninguém que vivemos em uma época de grande valorização do que chamo “marketing dos títulos e das certificações”. São CAPM, PMP,MBA, (só pra citar as que podem ter referências com projeto), SIX SIGMA, ISO’s entre outras.

Antes de deixar alguma dúvida, já esclareço: Sou totalmente à favor de certificações, podem ser um grande diferencial profissional, ou corporativo.

Só gostaria que pensássemos juntos sobre alguns pontos, aos quais acabo escutando muito ao conversar com profissionais de projeto (especificamente da área técnica e não de gerenciamento).

1) Profissionais com muitos anos de experiência (alguns com mais anos de experiência do que tenho de idade) sentem-se “magoados” por “um diploma” ser mais valorizado do que toda sua vivência.

2) Metodologias “pregadas” por algumas certificações são “moda”: “Olha lá, acabou de fazer um cursinho, já vai querer inventar outra moda!” (quem nunca ouviu isso?);

3) Resistência, pessimismo, ou em casos mais graves até mesmo boicote ou “sabotagem”: “Não vou nem perder meu tempo, vou continuar fazendo como fazia antes. Não vai dar certo mesmo!”

Para não me estender muito, gostaria de discutir em cima desses três pontos (poderíamos listar uma dúzia, certo?):

Há que se reconhecer, que a vivência, a experiência pode definitivamente ser um ponto importante, não só em projetos, como em qualquer área profissional. Porém, não é só porque faço a 30 anos a mesma coisa, que ela é correta.  Por outro lado (fazendo o papel de advogado do diabo), não é só porque tenho uma certificação (seja ela qual for), que sou dono da verdade e devo fechar meus ouvidos para as opiniões alheias.

Metodologias, quando bem aplicadas só trazem benefícios, porém, isso depende muito de uma análise crítica de quem é responsável pela implantação e por fazer-se cumprir essa metodologia. Metodologias não devem ser “engessadas”, devem ser adaptáveis às culturas da empresa que a recebe. Há, portanto, que se reconhecer que dependendo da maturidade do gestor e principalmente da empresa com relação à mudanças, podem sir existir implantações de métodos apenas por moda (o que aconteceu muito com o 5S, 6 sigma e etc..que são indiscutivelmente ótimas ferramentas, mas que foram implantadas de forma errada em muitas empresas, por problemas da própria empresa.)

A resistência a mudanças faz parte da natureza humana. Se algo não me incomoda, por que vou mudar? Sair da minha zona de conforto? Quanto a isso, não há receita pronta. Precisamos identificar o foco da resistência e tentar quebrá-lo. Se possível, até mesmo trazê-lo para nosso lado.

Mas o mais importante: Devemos aliar conhecimento, agregar valor as certificações. Como disse, é um grande diferencial competitivo, mas se nós não agregarmos valor ao que fazemos, se não fizermos valer o que aprendemos e com bom senso colocar em prática, não por vaidade, mas por convicção de estar fazendo o que é certo, todas elas serão banalizadas, serão apenas propaganda e certamente com prazo de validade à vencer. Pedindo licença aos nossos colegas profissionais da propaganda e MKT: “Não adianta uma boa propaganda, se o produto for ruim. Vendo uma vez, mas não mantenho o mercado.”

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Gestão do Caos

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Para ler a matéria na íntegra clique na imagem acima

Alerta vermelho permanente
Entrevista com Philip Kotler.

De agora em diante, as empresas têm de criar um sistema de gestão para passar pelos períodos turbulentos da economia que freqüentemente vão se intercalar aos de calmaria, em uma nova normalidade que se pode chamar de “caos”. Em essência, ele deve aumentar a capacidade de adaptação corporativa ao comportamento dos clientes em todos os níveis.

Autor: HSM Management

Fonte: HSM Management