CAIXA LAUSAC PORTRAIT – PRINCE

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LAUSAC cria para LIDE MULTIMÍDIA

Em 2015 o acidente aéreo da GOL completa 9 anos.

O Boeing da Gol, que fazia o voo 1907, partiu de Manaus, com destino ao Rio de Janeiro e escala em Brasília. Antes de pousar na capital federal, o avião se chocou no ar com um jato Legacy, e caiu na Serra do Cachimbo, no Sul do Pará, na divisa com o Mato Grosso. A aeronave de pequeno porte, que levava sete passageiros, conseguiu pousar. Mas o Boeing entrou numa queda vertiginosa, despedaçando-se no ar, sem deixar sobreviventes. 154 pessoas morreram. Desde de o acidente, várias disputas judiciais foram travadas. Algumas continuam em andamento. Com o objetivo de realizar uma ação para que o acidente não caia em esquecimento. A agência LIDE MULTIMÍDIA solicitou a LAUSAC a criação do logotipo da campanha e propôs algumas ações para lembrar a população do caso e PRINCIPALMENTE chamar atenção para o processo criminal que tramita contra os pilotos americanos. Esse processo pode prescrever em fevereiro de 2016, portanto é importante MOBILIZAR a população para EVITAR que isso aconteça.

Acesse: https://www.facebook.com/Voo1907

Será a morte da URL?

porRafael Cabral e Rodrigo Martins, de O Estado de S. Paulo
A barra de endereços do navegador já dá sinais de aposentadoria. Com formas mais diretas e hierarquizadas de se encontrar informações na internet como Google, links do Twitter e até câmera do celular, digitar http://www.site.com.br para chegar a uma página está caindo em desuso. Veja nas laterais destas páginas quais são as novas tecnologias responsáveis por esta mudança.
QR CODE
Quick Response Code (Código de Resposta Rápida) é a evolução do código de barras, em duas dimensões, criando uma integração entre os mundos físico e virtual. Basta tirar uma foto da imagem com o celular. Um software encaminha automaticamente para um texto ou imagem hospedado na internet, onde fica armazenado o conteúdo em questão. No Brasil, a primeira empresa a usar esse conceito em anúncios foi a loja eletrônica Fast Shop, em 2007, aqui no Link. Ainda não são todos os aparelhos que têm o dispositivo para a decodificação, mas os novos celulares já virão com a tecnologia integrada. De qualquer forma, há um programa gratuito que você pode baixar no bit.ly/quickresponse, e que atua da mesma maneira.
Os QR Codes, aos poucos, vêm sendo assimilados até pela cultura pop. A banda inglesa Pet Shop Boys utilizou dezenas deles no videoclipe da música “Integral”. Quando enquadrados pela câmera do seu telefone, eles levam para diferentes sites que tratam sobre a questão da privacidade.
O QR Code nada mais é do que um dos usos possíveis para a realidade aumentada – uma nova tecnologia que busca misturar os mundos real e virtual. Um exemplo disso está à sua direita. Apontado a webcam para o logo duplicado do Link, você irá para um post de nosso blog.
BUSCADORES
Vasculhando toda a web, mecanismos de busca como Google, Yahoo e Bing permitem acessar informações de forma direta e hierarquizada. Ou seja, para saber sobre um modelo de geladeira, não é preciso navegar por todo site todo para encontrá-lo, sequer entrar no site da fabricante. Pode até haver um blog que tenha mais relevância no assunto. “Isso faz que as pessoas se preocupem mais com a informação do que com o site em si. Assim, a URL perde valor, pois não se vai a um site específico”, explica o diretor do Nic.br, Demi Getschko.
Essa hierarquização se dá por meio da popularidade da página. Quanto mais linkada, mais relevante e confiável, diz Getschko.
Por conta dessa mudança, já há campanhas publicitárias que não divulgam URL, mas palavras-chave, mais fáceis de serem lembradas, para o usuário buscar. “Isso é muito usado no Japão, China, países que, por não usar o alfabeto romano têm dificuldades com URLs”, explica o diretor do Chrome, do Google, Brian Rakowski.
Segundo ele, há casos de sucesso nos EUA. Para aparecer em destaque no Google, diz, é preciso prepará-lo, comprando links patrocinados, estimulando cliques. “Se não tiver uma marca original e com destaque, talvez seria melhor divulgar palavras-chave para busca que o mostrem no topo do ranking.”
Redes sociais
A troca de links intensificou-se depois de Twitter e Facebook. A agilidade e instantaneidade para publicação de links já fez desses dois sites, ao lado dos buscadores, as maiores ameaças à URL. Esse compartilhamento de informações já ocorria antes em serviços de bookmarks, como o Delicious e até blogs e MSN. Só que agora ele é muito mais veloz e atinge um público muito maior. Com o fenômeno, as pessoas navegam pela internet via indicação dos amigos.
Na maioria das vezes, clicam num link encurtado, sem saber em qual site irão cair. “Quando estou numa comunidade de pessoas que compartilham os mesmos interesses, a probabilidade de receber indicações relevantes é grande. E em vez da URL, a credibilidade está no amigo que me indica o link”, explica o diretor do Nic.br, Demi Getschko.
Por isso, ter apenas um endereço para o seu site não basta, diz Roberto Martini, um dos sócios da agência de publicidade digital Cubo.cc. “É preciso ter várias URLs, que são os endereços dos perfis em cada rede social. Ou seja, quem tem um site também precisa estar no Facebook, no Orkut, no Twitter.”
Uma vez que a troca de links entre membros de uma rede é importante para se chegar a um site, estar em todas as redes ajuda a ser linkado. “É preciso gerar uma conversação. Quanto mais falarem e linkarem você, mais relevância terá.”
Encurtadores
No Twitter, nossos pensamentos têm limite: 140 caracteres. Não é muito lógico, portanto, que esse espaço seja ocupado por longos endereços da web. Quando o serviço de microblogging cresceu, popularizaram-se na sua esteira as páginas que encurtam URLs.
Em 2002, quatro anos antes do próprio Twitter surgir, o pioneiro TinyURL entrava no ar, oferecendo a compressão de endereços. Fanático por monociclos (aquelas bicicletas de uma roda só, usadas em circo), o desenvolvedor Kevin Gilbertson criou o site apenas para encurtar as postagens de um fórum sobre elas – e deu no que deu.
Porém, foi com a explosão do Twitter que esse e outros (hoje incontáveis) sites ganharam força. No Brasil, um dos mais populares é o Migre.me que, entre outros atributos, permite que você cheque a URL real que se esconde atrás da “máscara”. Por conta da invasão brasileira na rede social, o Migre.me chegou até a sair do ar em julho para reestruturar o seu banco de dados.
A maior crítica aos compressores comuns é a respeito da insegurança . No entanto, de acordo com o criador do TheRealURL, Nir Yariv, não há muito o que eles possam fazer além de oferecer o “desencurtamento”. “Não há meios para fiscalizar tudo o que se hospeda e ser 100% seguro”, diz.
Novas URLs
Um plano do órgão que gerencia os domínios da web, o Icann (na sigla em inglês), prevê uma revisão radical nas regras para cadastrar endereços. Em vez dos tradicionais .com, .net e afins, haveria uma infinidade de opções. O site da Amazon, por exemplo, poderia se tornar Amazon.books. O da Coca-Cola, coca.cola. As novas URLs, porém, ficariam praticamente restritas às grandes corporações, já que custariam entre US$ 500 mil e US$ 1 milhão.
Mesmo assim, o que se vê é que a simplificação dos códigos de acesso às páginas é uma tendência.
Enquanto as novas URLs não vêm, por exemplo, os sites já recorrem a domínios internacionais para simplificar suas URLs.
Países como Montenegro, que se separou da Sérvia em 2006, viraram paraísos para estas URLs . Ele permite endereços com final “.me” – o serviço Migre.me registrou seu endereço lá. A Líbia, permite endereços “site.ly”. Já São Vicente, uma ilha no Caribe, permite “.vc”. Segundo João Cabral, diretor da Agência Click, ter um endereço curto nesse formato é útil para mostrar mais credibilidade. “Usamos Twitter para divulgar produtos como os da Fiat. É melhor ter a nossa própria URL curta do que encurtadores externos. As pessoas sabem que estão clicando num site da empresa”, diz ele, que criou a URL Fiat.vc.

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porRafael Cabral e Rodrigo Martins, de O Estado de S. Paulo

A barra de endereços do navegador já dá sinais de aposentadoria. Com formas mais diretas e hierarquizadas de se encontrar informações na internet como Google, links do Twitter e até câmera do celular, digitar http://www.site.com.br para chegar a uma página está caindo em desuso. Veja nas laterais destas páginas quais são as novas tecnologias responsáveis por esta mudança.

QR CODE

Quick Response Code (Código de Resposta Rápida) é a evolução do código de barras, em duas dimensões, criando uma integração entre os mundos físico e virtual. Basta tirar uma foto da imagem com o celular. Um software encaminha automaticamente para um texto ou imagem hospedado na internet, onde fica armazenado o conteúdo em questão. No Brasil, a primeira empresa a usar esse conceito em anúncios foi a loja eletrônica Fast Shop, em 2007, aqui no Link. Ainda não são todos os aparelhos que têm o dispositivo para a decodificação, mas os novos celulares já virão com a tecnologia integrada. De qualquer forma, há um programa gratuito que você pode baixar no bit.ly/quickresponse, e que atua da mesma maneira.

Os QR Codes, aos poucos, vêm sendo assimilados até pela cultura pop. A banda inglesa Pet Shop Boys utilizou dezenas deles no videoclipe da música “Integral”. Quando enquadrados pela câmera do seu telefone, eles levam para diferentes sites que tratam sobre a questão da privacidade.

O QR Code nada mais é do que um dos usos possíveis para a realidade aumentada – uma nova tecnologia que busca misturar os mundos real e virtual. Um exemplo disso está à sua direita. Apontado a webcam para o logo duplicado do Link, você irá para um post de nosso blog.

BUSCADORES

Vasculhando toda a web, mecanismos de busca como Google, Yahoo e Bing permitem acessar informações de forma direta e hierarquizada. Ou seja, para saber sobre um modelo de geladeira, não é preciso navegar por todo site todo para encontrá-lo, sequer entrar no site da fabricante. Pode até haver um blog que tenha mais relevância no assunto. “Isso faz que as pessoas se preocupem mais com a informação do que com o site em si. Assim, a URL perde valor, pois não se vai a um site específico”, explica o diretor do Nic.br, Demi Getschko.

Essa hierarquização se dá por meio da popularidade da página. Quanto mais linkada, mais relevante e confiável, diz Getschko.

Por conta dessa mudança, já há campanhas publicitárias que não divulgam URL, mas palavras-chave, mais fáceis de serem lembradas, para o usuário buscar. “Isso é muito usado no Japão, China, países que, por não usar o alfabeto romano têm dificuldades com URLs”, explica o diretor do Chrome, do Google, Brian Rakowski.

Segundo ele, há casos de sucesso nos EUA. Para aparecer em destaque no Google, diz, é preciso prepará-lo, comprando links patrocinados, estimulando cliques. “Se não tiver uma marca original e com destaque, talvez seria melhor divulgar palavras-chave para busca que o mostrem no topo do ranking.”

Redes sociais

A troca de links intensificou-se depois de Twitter e Facebook. A agilidade e instantaneidade para publicação de links já fez desses dois sites, ao lado dos buscadores, as maiores ameaças à URL. Esse compartilhamento de informações já ocorria antes em serviços de bookmarks, como o Delicious e até blogs e MSN. Só que agora ele é muito mais veloz e atinge um público muito maior. Com o fenômeno, as pessoas navegam pela internet via indicação dos amigos.

Na maioria das vezes, clicam num link encurtado, sem saber em qual site irão cair. “Quando estou numa comunidade de pessoas que compartilham os mesmos interesses, a probabilidade de receber indicações relevantes é grande. E em vez da URL, a credibilidade está no amigo que me indica o link”, explica o diretor do Nic.br, Demi Getschko.

Por isso, ter apenas um endereço para o seu site não basta, diz Roberto Martini, um dos sócios da agência de publicidade digital Cubo.cc. “É preciso ter várias URLs, que são os endereços dos perfis em cada rede social. Ou seja, quem tem um site também precisa estar no Facebook, no Orkut, no Twitter.”

Uma vez que a troca de links entre membros de uma rede é importante para se chegar a um site, estar em todas as redes ajuda a ser linkado. “É preciso gerar uma conversação. Quanto mais falarem e linkarem você, mais relevância terá.”

Encurtadores

No Twitter, nossos pensamentos têm limite: 140 caracteres. Não é muito lógico, portanto, que esse espaço seja ocupado por longos endereços da web. Quando o serviço de microblogging cresceu, popularizaram-se na sua esteira as páginas que encurtam URLs.

Em 2002, quatro anos antes do próprio Twitter surgir, o pioneiro TinyURL entrava no ar, oferecendo a compressão de endereços. Fanático por monociclos (aquelas bicicletas de uma roda só, usadas em circo), o desenvolvedor Kevin Gilbertson criou o site apenas para encurtar as postagens de um fórum sobre elas – e deu no que deu.

Porém, foi com a explosão do Twitter que esse e outros (hoje incontáveis) sites ganharam força. No Brasil, um dos mais populares é o Migre.me que, entre outros atributos, permite que você cheque a URL real que se esconde atrás da “máscara”. Por conta da invasão brasileira na rede social, o Migre.me chegou até a sair do ar em julho para reestruturar o seu banco de dados.

A maior crítica aos compressores comuns é a respeito da insegurança . No entanto, de acordo com o criador do TheRealURL, Nir Yariv, não há muito o que eles possam fazer além de oferecer o “desencurtamento”. “Não há meios para fiscalizar tudo o que se hospeda e ser 100% seguro”, diz.

Novas URLs

Um plano do órgão que gerencia os domínios da web, o Icann (na sigla em inglês), prevê uma revisão radical nas regras para cadastrar endereços. Em vez dos tradicionais .com, .net e afins, haveria uma infinidade de opções. O site da Amazon, por exemplo, poderia se tornar Amazon.books. O da Coca-Cola, coca.cola. As novas URLs, porém, ficariam praticamente restritas às grandes corporações, já que custariam entre US$ 500 mil e US$ 1 milhão.

Mesmo assim, o que se vê é que a simplificação dos códigos de acesso às páginas é uma tendência.

Enquanto as novas URLs não vêm, por exemplo, os sites já recorrem a domínios internacionais para simplificar suas URLs.

Países como Montenegro, que se separou da Sérvia em 2006, viraram paraísos para estas URLs . Ele permite endereços com final “.me” – o serviço Migre.me registrou seu endereço lá. A Líbia, permite endereços “site.ly”. Já São Vicente, uma ilha no Caribe, permite “.vc”. Segundo João Cabral, diretor da Agência Click, ter um endereço curto nesse formato é útil para mostrar mais credibilidade. “Usamos Twitter para divulgar produtos como os da Fiat. É melhor ter a nossa própria URL curta do que encurtadores externos. As pessoas sabem que estão clicando num site da empresa”, diz ele, que criou a URL Fiat.vc.

Post in Estadão

GRIPE INFLUENZA H1N1

COMUNICADO – 07/08/09
GRIPE INFLUENZA H1N1
O Hospital de Clínicas da UFPR é um hospital de atendimento
terciário, ou seja, o HC realiza atendimento de alta complexidade tais
como, consultas e cirurgias especializadas, atendimento de urgência e
emergência a casos de maior gravidade – AVC (derrame), ataque cardíaco,
insuficiência respiratória aguda entre outros.
Para tanto, possui profissionais altamente especializados, condições
físicas e equipamentos necessários para este tipo de serviço. Devido a todas
essas características, o HC da UFPR foi definido pela Secretaria Municipal
de Saúde de Curitiba como o hospital de referência para receber, à partir do
dia 24 de julho de 2009, via Pronto Atendimento Adulto (Unidade de
Urgência-Emergência), todos os pacientes em estado grave, com
indicação de internação e com suspeita de gripe influenza H1N1,
exclusivamente encaminhados pelas Unidades de Saúde 24 horas da
cidade de Curitiba.
A Unidade de Urgência-Emergência se organizou para o
recebimento exclusivo dessa demanda com 14 leitos de UTI, 19 de UTI
semi-intensiva e 300 profissionais entre médicos e enfermeiros.
Além, da Unidade de Urgência–Emergência, o Serviço de
Infectologia destinou 15 leitos para internação, e os Prontos Atendimentos
Pediátrico e da Maternidade do HC também estão mobilizados para
receberem pacientes graves com suspeita de Gripe A (H1N1).
O Serviço de Epidemiologia e o Serviço de Controle de Infecção
hospitalar do HC realizaram toda a orientação necessária aos profissionais
e foram fornecidos os EPI´s (Equipamentos de Proteção Individual)
adequados para o atendimento aos pacientes.
Até 07/08/09, o HC atendeu um total 296 pacientes com suspeita
de Gripe A (H1N1). Destes:
 113 foram internados *.
* 39 pacientes continuam internados, sendo 11 na UTI.
 56 receberam alta.
 18 foram a óbito, destes:
– 06 confirmados para Gripe A (H1N1)
– 12 aguardam confirmação
Nova atualização de dados em 10/08/09 no site do HC: http://www.hc.ufpr.br
ÓBITOS
A direção do HC esclarece que, como está recebendo todos os
pacientes em estado grave, encaminhados pela rede pública de
atendimento de Curitiba, óbitos devem ocorrer em maior número neste
hospital.
Ressaltamos que, além do HC, outros hospitais públicos e
privados estão atendendo casos suspeitos da nova gripe.
Esclarecemos que até a presente data, 07 de agosto de 2009,
não teve nenhum óbito de funcionário, médico ou residente do HC,
mesmo porque não houve nenhum internamento destes por suspeita de
Gripe A (H1N1) até o momento.
CONFIRMAÇÃO DOS CASOS
A confirmação dos casos, bem como a divulgação, é de
competência da SESA – Secretaria Estadual de Saúde do Estado do Paraná.
O Hospital, por meio do Serviço de Epidemiologia, segue um protocolo
rígido de comunicação e encaminhamento de amostras para realização dos
exames dos casos suspeitos para o LACEN (Laboratório Central do
Estado).
MEDICAÇÃO
Temos recebido normalmente a medicação para tratamento dos
pacientes atendidos com suspeita da Gripe A (H1N1). O Tamiflu é liberado
pela SESA-PR e Ministério da Saúde conforme protocolo definido para o
atendimento da Gripe A.
Alertamos que o medicamento fornecido pelo Hospital de
Clínicas destina-se somente a seus pacientes, portanto pacientes atendidos
em outros locais não devem procurar o HC para recebê-lo.
Informações devem ser solicitadas no Centro de Informações
Estratégicas em Vigilância em Saúde – CIEVS pelos telefones: 0800
643 – 8484 (das 8:00 horas às 18:00 horas) e
(41) 3330 – 4492 (24 horas). E mail: urr@sesa.pr.gov.br
CONSULTAS AMBULATORIAIS:
As consultas ambulatoriais estão sendo realizadas normalmente.
Solicitamos para que, quando possível, somente o paciente a ser
atendido compareça a consulta.
Os pacientes adultos não devem comparecer as suas consultas
acompanhados de crianças.
Já as crianças que tiverem consultas marcadas devem
comparecer unicamente com seu responsável.
Na entrada dos ambulatórios são fornecidas máscaras para as
pessoas que possuam sintomas respiratórios (febre e tosse).
Os pacientes que estiverem gripados devem evitar comparecer às
consultas eletivas. Para comunicar a falta à consulta e solicitar novo
agendamento deve ligar para o telefone 3360-7833 ou 3360-7838.
RESTRIÇÕES AO FLUXO DE PESSOAS NO HC:
O Hospital estará adotou medidas para organização e restrição ordenada do
fluxo de pessoas:
1)Visitas a pacientes internados: apenas uma por paciente, ao dia no
horário das 14 às 16 horas, com triagem para verificar sintomas
respiratórios.
2)Outros circulantes: estão impedidos de entrar os representantes de
indústrias farmacêuticas, visitantes de funcionários e realizadores de
atividades recreativas. Bem como, estão suspensos todos os estágios
curriculares e visitas técnicas.
3)Ouvidoria: O serviço realizará somente atendimento por telefone
(3360.1859) e por e-mail (ouvidoria@hc.ufpr.br). A solicitação de cópia de
prontuário está suspensa por quinze dias. Em casos, emergenciais, entrar
em contato telefônico para atendimento na recepção da portaria principal
do Hospital.
4) Em casos não previstos acima, deve-se contatar por telefone com o
Serviço de interesse ou pelo telefone geral do HC (3360-1800).
PARA SER ATENDIDO COM SUSPEITA DE GRIPE NÃO VÁ
DIRETO AO HC, PROCURE UMA DAS UNIDADES DE SAÚDE 24
HORAS PERTO DE SUA CASA :
Boa Vista – Av. Monteiro Tourinho, 478 – Fone: 3257-9329 e 3357-4624
Boqueirão – Rua Maria Assumpção, 25900 – Fone: 3217-1801
Cajuru – Rua Eng. Benedito Mário da Silva, esq. Ceilão – Fone: 3226-
4069
CIC – Rua Senador Accioly Fº, 3370 – Fone: 3314-5109
Fazendinha – Rua Carlos Klemtz, ao lado da RC – Fone: 3576-1974
Pinheirinho – Rua Leon Nicolas, esq Av. W. Churchill – Fone: 3212-1472
Sítio Cercado – Rua Levy Buquera, 158 – Fone: 3379-2051
Campo Comprido – Rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi, 3495 – Fone: 3373-
1332.
Para tirar dúvidas entre em contato com o Centro de Informações
Estratégicas em Vigilância em Saúde – CIEVS
0800 643 – 8484 (das 8:00 horas às 18:00 horas)
(41) 3330 – 4492 (24 horas)
(41) 3330 – 4493 (das 8:00 horas às 18:00 horas)
(41) 9117 – 3500 (24 horas)
(41)9117 – 3002 (24 horas)
(41) 9117 – 0444 (24 horas)
(41) 9243 – 9321 (24 horas)
• E mail: urr@sesa.pr.gov.br
SITES:
Organização Mundial de Saúde: http://www.who.int/es/index.html
Ministério da Saúde: http://www.saude.gov.br
Secretaria Estadual de Saúde: http://www.saude.pr.gov.br
Secretaria Municipal de Saúde: http://sitesms.curitiba.pr.gov.br/saude/ Ou
Hospital de Clínicas da UFPR: http://www.hc.ufpr.br

comunicado elaborado pelo Hospital de Clínicas a respeito da Influenza A no dia 07/08/09. Vale à pena ler.

COMUNICADO – 07/08/09

GRIPE INFLUENZA H1N1

O Hospital de Clínicas da UFPR é um hospital de atendimento

terciário, ou seja, o HC realiza atendimento de alta complexidade tais

como, consultas e cirurgias especializadas, atendimento de urgência e

emergência a casos de maior gravidade – AVC (derrame), ataque cardíaco,

insuficiência respiratória aguda entre outros.

Para tanto, possui profissionais altamente especializados, condições

físicas e equipamentos necessários para este tipo de serviço. Devido a todas

essas características, o HC da UFPR foi definido pela Secretaria Municipal

de Saúde de Curitiba como o hospital de referência para receber, à partir do

dia 24 de julho de 2009, via Pronto Atendimento Adulto (Unidade de

Urgência-Emergência), todos os pacientes em estado grave, com

indicação de internação e com suspeita de gripe influenza H1N1,

exclusivamente encaminhados pelas Unidades de Saúde 24 horas da

cidade de Curitiba.

A Unidade de Urgência-Emergência se organizou para o

recebimento exclusivo dessa demanda com 14 leitos de UTI, 19 de UTI

semi-intensiva e 300 profissionais entre médicos e enfermeiros.

Além, da Unidade de Urgência–Emergência, o Serviço de

Infectologia destinou 15 leitos para internação, e os Prontos Atendimentos

Pediátrico e da Maternidade do HC também estão mobilizados para

receberem pacientes graves com suspeita de Gripe A (H1N1).

O Serviço de Epidemiologia e o Serviço de Controle de Infecção

hospitalar do HC realizaram toda a orientação necessária aos profissionais

e foram fornecidos os EPI´s (Equipamentos de Proteção Individual)

adequados para o atendimento aos pacientes.

Até 07/08/09, o HC atendeu um total 296 pacientes com suspeita

de Gripe A (H1N1). Destes:

 113 foram internados *.

* 39 pacientes continuam internados, sendo 11 na UTI.

 56 receberam alta.

 18 foram a óbito, destes:

– 06 confirmados para Gripe A (H1N1)

– 12 aguardam confirmação

Nova atualização de dados em 10/08/09 no site do HC: http://www.hc.ufpr.br

ÓBITOS

A direção do HC esclarece que, como está recebendo todos os

pacientes em estado grave, encaminhados pela rede pública de

atendimento de Curitiba, óbitos devem ocorrer em maior número neste

hospital.

Ressaltamos que, além do HC, outros hospitais públicos e

privados estão atendendo casos suspeitos da nova gripe.

Esclarecemos que até a presente data, 07 de agosto de 2009,

não teve nenhum óbito de funcionário, médico ou residente do HC,

mesmo porque não houve nenhum internamento destes por suspeita de

Gripe A (H1N1) até o momento.

CONFIRMAÇÃO DOS CASOS

A confirmação dos casos, bem como a divulgação, é de

competência da SESA – Secretaria Estadual de Saúde do Estado do Paraná.

O Hospital, por meio do Serviço de Epidemiologia, segue um protocolo

rígido de comunicação e encaminhamento de amostras para realização dos

exames dos casos suspeitos para o LACEN (Laboratório Central do

Estado).

MEDICAÇÃO

Temos recebido normalmente a medicação para tratamento dos

pacientes atendidos com suspeita da Gripe A (H1N1). O Tamiflu é liberado

pela SESA-PR e Ministério da Saúde conforme protocolo definido para o

atendimento da Gripe A.

Alertamos que o medicamento fornecido pelo Hospital de

Clínicas destina-se somente a seus pacientes, portanto pacientes atendidos

em outros locais não devem procurar o HC para recebê-lo.

Informações devem ser solicitadas no Centro de Informações

Estratégicas em Vigilância em Saúde – CIEVS pelos telefones: 0800

643 – 8484 (das 8:00 horas às 18:00 horas) e

(41) 3330 – 4492 (24 horas). E mail: urr@sesa.pr.gov.br

CONSULTAS AMBULATORIAIS:

As consultas ambulatoriais estão sendo realizadas normalmente.

Solicitamos para que, quando possível, somente o paciente a ser

atendido compareça a consulta.

Os pacientes adultos não devem comparecer as suas consultas

acompanhados de crianças.

Já as crianças que tiverem consultas marcadas devem

comparecer unicamente com seu responsável.

Na entrada dos ambulatórios são fornecidas máscaras para as

pessoas que possuam sintomas respiratórios (febre e tosse).

Os pacientes que estiverem gripados devem evitar comparecer às

consultas eletivas. Para comunicar a falta à consulta e solicitar novo

agendamento deve ligar para o telefone 3360-7833 ou 3360-7838.

RESTRIÇÕES AO FLUXO DE PESSOAS NO HC:

O Hospital estará adotou medidas para organização e restrição ordenada do

fluxo de pessoas:

1)Visitas a pacientes internados: apenas uma por paciente, ao dia no

horário das 14 às 16 horas, com triagem para verificar sintomas

respiratórios.

2)Outros circulantes: estão impedidos de entrar os representantes de

indústrias farmacêuticas, visitantes de funcionários e realizadores de

atividades recreativas. Bem como, estão suspensos todos os estágios

curriculares e visitas técnicas.

3)Ouvidoria: O serviço realizará somente atendimento por telefone

(3360.1859) e por e-mail (ouvidoria@hc.ufpr.br). A solicitação de cópia de

prontuário está suspensa por quinze dias. Em casos, emergenciais, entrar

em contato telefônico para atendimento na recepção da portaria principal

do Hospital.

4) Em casos não previstos acima, deve-se contatar por telefone com o

Serviço de interesse ou pelo telefone geral do HC (3360-1800).

PARA SER ATENDIDO COM SUSPEITA DE GRIPE NÃO VÁ

DIRETO AO HC, PROCURE UMA DAS UNIDADES DE SAÚDE 24

HORAS PERTO DE SUA CASA :

Boa Vista – Av. Monteiro Tourinho, 478 – Fone: 3257-9329 e 3357-4624

Boqueirão – Rua Maria Assumpção, 25900 – Fone: 3217-1801

Cajuru – Rua Eng. Benedito Mário da Silva, esq. Ceilão – Fone: 3226-

4069

CIC – Rua Senador Accioly Fº, 3370 – Fone: 3314-5109

Fazendinha – Rua Carlos Klemtz, ao lado da RC – Fone: 3576-1974

Pinheirinho – Rua Leon Nicolas, esq Av. W. Churchill – Fone: 3212-1472

Sítio Cercado – Rua Levy Buquera, 158 – Fone: 3379-2051

Campo Comprido – Rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi, 3495 – Fone: 3373-

1332.

Para tirar dúvidas entre em contato com o Centro de Informações

Estratégicas em Vigilância em Saúde – CIEVS

0800 643 – 8484 (das 8:00 horas às 18:00 horas)

(41) 3330 – 4492 (24 horas)

(41) 3330 – 4493 (das 8:00 horas às 18:00 horas)

(41) 9117 – 3500 (24 horas)

(41)9117 – 3002 (24 horas)

(41) 9117 – 0444 (24 horas)

(41) 9243 – 9321 (24 horas)

• E mail: urr@sesa.pr.gov.br

SITES:

Organização Mundial de Saúde: http://www.who.int/es/index.html

Ministério da Saúde: http://www.saude.gov.br

Secretaria Estadual de Saúde: http://www.saude.pr.gov.br

Secretaria Municipal de Saúde: http://sitesms.curitiba.pr.gov.br/saude/ Ou

http://ww.curitiba.pr.gov.br

Hospital de Clínicas da UFPR: http://www.hc.ufpr.br