LAUSAC cria para La Santa Birra

Com projeto gráfico da LAUSAC e programação da Mime, está no ar desde o começo do mês de junho, o hot site do festival de bandas que vai aquecer o inverno curitibano. Mais de 150 bandas participaram do processo de seleção com inscrição online através do hot site, dentre essas foram selecionadas 30 bandas que se apresentarão em cinco shows eliminatórios e mais uma grande final:

16 de Julho – Sabado 21:00h
Hangar Bar – Alameda Dr Murici, 1091 Tel 3233-8993

• Livin Garden
• BELTANE
• Banda Cásimu
• Dexxi
• End Of Silence
• Advena

22 de Julho – Sexta 21:00h
John Bull Pub – Rua Mateus Leme, 2204 – Tel 3252-0706

• Francisco
• DJOA
• Lou Dog
• Uprising
• Terceiro Estado
• Rick Shadow

30 de Julho – Sábado 21:00h
Jokers – Rua São Francisco, 164 – Tel 3013-5164

• Trip Deluxe
• Lavalsa
• Lasttape
• Te Extraño
• Modales
• Labrador

05 de Agosto – Sexta 21:00h
Blood Rock Bar – Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1212 – Tel 3029-7273

• Greensleeves
• Maria in the Maze
• Sons of Maiden
• Savage Rage
• Punkake
• Trem Fantasma

12 de Agosto – Sexta 21:00h
A Casa do Tal – Av Brasília, 5086 – 3387-5086

• Malt 70
• Paranoika
• Tic Tac Joe
• Supertônica
• Rock Fernalha
• Xprex

20 de Agosto – Sabado 21:00h
Moinho Eventos – Rua Des. Westphalen, 4000
Grande final com 5 bandas classificadas e mais
Blindagem – Hillbilly Rawhide – Motorocker

Vale a pena conferir a qualidade da produção musical da cidade.

Este evento é uma realização da Klein Bier e La Santa Birra Distribuidora e tem promoção da rádio Mundo Livre FM.

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LAUSAC ART

O imperador vai destruir o inimigo e queimar a sua terra natal com cal para que nada mais cresça. Vai tomar os seus remédios e deitar água a seus pés. Quanto as crianças já foi dito o suficiente.

Realidade virtual ajuda a aliviar dor

O adolescente Jordan Robinson tem de enfrentar dores lancinantes desde que uma acrobacia tentada no quintal de sua casa saiu errado, mas o tratamento com realidade virtual propiciou algum alívio para suas dores.
Robinson, de 18 anos, e seus amigos, achavam que poderia ser divertido disparar flechas em chamas contra sacos cheios de gasolina instalados no quintal de casa, mas a ideia provou ser muito perigosa e o conduziu ao hospital com queimaduras severas em ambas as pernas.
– Já tinha quebrado ossos, feito todo tipo de coisa, e nunca tinha sentido dor como essa –, disse ele.
Robinson está recebendo morfina, mas também tem acesso a uma ferramenta incomum na maioria dos hospitais, redução da dor por realidade virtual.
Enquanto as enfermeiras manipulam seu corpo cicatrizado e dolorido em sessões de fisioterapia, os pensamentos de Robinson estão bem longe, imersos em um mundo gelado criado em computador por meio de realidade virtual.
Normalmente ele sofreria fortes dores enquanto suas pernas queimadas são forçadas a se estender e dobrar durante a fisioterapia, mas no mundo virtual Robinson está ocupado demais jogando bolas de neve em pinguins e homens de neve, e por isso mal percebe a dor.
– Ajuda bastante. Não esperava que fosse assim tão útil. Jamais fiz algo de parecido, mas não esperava que fizesse tanta diferença assim –, afirmou ele.
Robinson deve agradecimentos a Hunter Hoffman, o diretor do Virtual Reality Research Centre, na Universidade de Washington, pelo alívio adicional de suas dores. Foi Hoffman que criou o SnowWorld.
– O que a realidade virtual oferece a eles é um lugar para o qual possam escapar. Quando uma pessoa está sofrendo dores, existe uma tendência natural a querer deixar a sala, ou escapar daquilo que esteja causando essas dores –, disse Hoffman, que continua a trabalhar para refinar as técnicas que desenvolveu.
– No caso em questão, precisamos que o corpo fique parado durante as sessões, mas a mente pode escapar para o SnowWorld, e a pessoa tem a ilusão de estar vivendo naquele mundo gerado por computador. Isso reduz a atenção recebida pelos sinais de dor –, disse ele.

O adolescente Jordan Robinson tem de enfrentar dores lancinantes desde que uma acrobacia tentada no quintal de sua casa saiu errado, mas o tratamento com realidade virtual propiciou algum alívio para suas dores.

Robinson, de 18 anos, e seus amigos, achavam que poderia ser divertido disparar flechas em chamas contra sacos cheios de gasolina instalados no quintal de casa, mas a ideia provou ser muito perigosa e o conduziu ao hospital com queimaduras severas em ambas as pernas.

– Já tinha quebrado ossos, feito todo tipo de coisa, e nunca tinha sentido dor como essa –, disse ele.

Robinson está recebendo morfina, mas também tem acesso a uma ferramenta incomum na maioria dos hospitais, redução da dor por realidade virtual.

Enquanto as enfermeiras manipulam seu corpo cicatrizado e dolorido em sessões de fisioterapia, os pensamentos de Robinson estão bem longe, imersos em um mundo gelado criado em computador por meio de realidade virtual.

Normalmente ele sofreria fortes dores enquanto suas pernas queimadas são forçadas a se estender e dobrar durante a fisioterapia, mas no mundo virtual Robinson está ocupado demais jogando bolas de neve em pinguins e homens de neve, e por isso mal percebe a dor.

– Ajuda bastante. Não esperava que fosse assim tão útil. Jamais fiz algo de parecido, mas não esperava que fizesse tanta diferença assim –, afirmou ele.

Robinson deve agradecimentos a Hunter Hoffman, o diretor do Virtual Reality Research Centre, na Universidade de Washington, pelo alívio adicional de suas dores. Foi Hoffman que criou o SnowWorld.

– O que a realidade virtual oferece a eles é um lugar para o qual possam escapar. Quando uma pessoa está sofrendo dores, existe uma tendência natural a querer deixar a sala, ou escapar daquilo que esteja causando essas dores –, disse Hoffman, que continua a trabalhar para refinar as técnicas que desenvolveu.

– No caso em questão, precisamos que o corpo fique parado durante as sessões, mas a mente pode escapar para o SnowWorld, e a pessoa tem a ilusão de estar vivendo naquele mundo gerado por computador. Isso reduz a atenção recebida pelos sinais de dor –, disse ele.

Posted in Correio do Brasil