Ilustração

Escultura criada pelo diretor de arte Cassiano Seven Pires há 10 anos atrás para a campanha “SEU LIXO PODE MACHUCAR”. Essa campanha de out door criada pelo publicitário quando estava na Visão Publicidade para a Prefeitura de Curitiba, além de conquistar prêmios nacionais importantes, obteve um resultado excelente na redução de acidentes com os funcionários que trabalham com a coleta de lixo na cidade de Curitiba.

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Escultura criada pelo diretor de arte Cassiano Seven Pires há 10 anos atrás para a campanha “SEU LIXO PODE MACHUCAR”. Essa campanha de out door criada pelo publicitário quando estava na Visão Publicidade para a Prefeitura de Curitiba, além de conquistar prêmios nacionais importantes, obteve um resultado excelente na redução de acidentes com os funcionários que trabalham com a coleta de lixo na cidade de Curitiba.

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Escultura criada pelo diretor de arte Cassiano Seven Pires há 10 anos atrás para a campanha “SEU LIXO PODE MACHUCAR”. Essa campanha de out door criada pelo publicitário quando estava na Visão Publicidade para a Prefeitura de Curitiba, além de conquistar prêmios nacionais importantes, obteve um resultado excelente na redução de acidentes com os funcionários que trabalham com a coleta de lixo na cidade de Curitiba.

Certificações: Marketing, conteúdo ou somente propaganda?

Não é segredo para ninguém que vivemos em uma época de grande valorização do que chamo “marketing dos títulos e das certificações”. São CAPM, PMP,MBA, (só pra citar as que podem ter referências com projeto), SIX SIGMA, ISO’s entre outras.
Antes de deixar alguma dúvida, já esclareço: Sou totalmente à favor de certificações, podem ser um grande diferencial profissional, ou corporativo.
Só gostaria que pensássemos juntos sobre alguns pontos, aos quais acabo escutando muito ao conversar com profissionais de projeto (especificamente da área técnica e não de gerenciamento).
1) Profissionais com muitos anos de experiência (alguns com mais anos de experiência do que tenho de idade) sentem-se “magoados” por “um diploma” ser mais valorizado do que toda sua vivência.
2) Metodologias “pregadas” por algumas certificações são “moda”: “Olha lá, acabou de fazer um cursinho, já vai querer inventar outra moda!” (quem nunca ouviu isso?);
3) Resistência, pessimismo, ou em casos mais graves até mesmo boicote ou “sabotagem”: “Não vou nem perder meu tempo, vou continuar fazendo como fazia antes. Não vai dar certo mesmo!”
Para não me estender muito, gostaria de discutir em cima desses três pontos (poderíamos listar uma dúzia, certo?):
Há que se reconhecer, que a vivência, a experiência pode definitivamente ser um ponto importante, não só em projetos, como em qualquer área profissional. Porém, não é só porque faço a 30 anos a mesma coisa, que ela é correta.  Por outro lado (fazendo o papel de advogado do diabo), não é só porque tenho uma certificação (seja ela qual for), que sou dono da verdade e devo fechar meus ouvidos para as opiniões alheias.
Metodologias, quando bem aplicadas só trazem benefícios, porém, isso depende muito de uma análise crítica de quem é responsável pela implantação e por fazer-se cumprir essa metodologia. Metodologias não devem ser “engessadas”, devem ser adaptáveis às culturas da empresa que a recebe. Há, portanto, que se reconhecer que dependendo da maturidade do gestor e principalmente da empresa com relação à mudanças, podem sir existir implantações de métodos apenas por moda (o que aconteceu muito com o 5S, 6 sigma e etc..que são indiscutivelmente ótimas ferramentas, mas que foram implantadas de forma errada em muitas empresas, por problemas da própria empresa.)
A resistência a mudanças faz parte da natureza humana. Se algo não me incomoda, por que vou mudar? Sair da minha zona de conforto? Quanto a isso, não há receita pronta. Precisamos identificar o foco da resistência e tentar quebrá-lo. Se possível, até mesmo trazê-lo para nosso lado.
Mas o mais importante: Devemos aliar conhecimento, agregar valor as certificações. Como disse, é um grande diferencial competitivo, mas se nós não agregarmos valor ao que fazemos, se não fizermos valer o que aprendemos e com bom senso colocar em prática, não por vaidade, mas por convicção de estar fazendo o que é certo, todas elas serão banalizadas, serão apenas propaganda e certamente com prazo de validade à vencer. Pedindo licença aos nossos colegas profissionais da propaganda e MKT: “Não adianta uma boa propaganda, se o produto for ruim. Vendo uma vez, mas não mantenho o mercado.”

Não é segredo para ninguém que vivemos em uma época de grande valorização do que chamo “marketing dos títulos e das certificações”. São CAPM, PMP,MBA, (só pra citar as que podem ter referências com projeto), SIX SIGMA, ISO’s entre outras.

Antes de deixar alguma dúvida, já esclareço: Sou totalmente à favor de certificações, podem ser um grande diferencial profissional, ou corporativo.

Só gostaria que pensássemos juntos sobre alguns pontos, aos quais acabo escutando muito ao conversar com profissionais de projeto (especificamente da área técnica e não de gerenciamento).

1) Profissionais com muitos anos de experiência (alguns com mais anos de experiência do que tenho de idade) sentem-se “magoados” por “um diploma” ser mais valorizado do que toda sua vivência.

2) Metodologias “pregadas” por algumas certificações são “moda”: “Olha lá, acabou de fazer um cursinho, já vai querer inventar outra moda!” (quem nunca ouviu isso?);

3) Resistência, pessimismo, ou em casos mais graves até mesmo boicote ou “sabotagem”: “Não vou nem perder meu tempo, vou continuar fazendo como fazia antes. Não vai dar certo mesmo!”

Para não me estender muito, gostaria de discutir em cima desses três pontos (poderíamos listar uma dúzia, certo?):

Há que se reconhecer, que a vivência, a experiência pode definitivamente ser um ponto importante, não só em projetos, como em qualquer área profissional. Porém, não é só porque faço a 30 anos a mesma coisa, que ela é correta.  Por outro lado (fazendo o papel de advogado do diabo), não é só porque tenho uma certificação (seja ela qual for), que sou dono da verdade e devo fechar meus ouvidos para as opiniões alheias.

Metodologias, quando bem aplicadas só trazem benefícios, porém, isso depende muito de uma análise crítica de quem é responsável pela implantação e por fazer-se cumprir essa metodologia. Metodologias não devem ser “engessadas”, devem ser adaptáveis às culturas da empresa que a recebe. Há, portanto, que se reconhecer que dependendo da maturidade do gestor e principalmente da empresa com relação à mudanças, podem sir existir implantações de métodos apenas por moda (o que aconteceu muito com o 5S, 6 sigma e etc..que são indiscutivelmente ótimas ferramentas, mas que foram implantadas de forma errada em muitas empresas, por problemas da própria empresa.)

A resistência a mudanças faz parte da natureza humana. Se algo não me incomoda, por que vou mudar? Sair da minha zona de conforto? Quanto a isso, não há receita pronta. Precisamos identificar o foco da resistência e tentar quebrá-lo. Se possível, até mesmo trazê-lo para nosso lado.

Mas o mais importante: Devemos aliar conhecimento, agregar valor as certificações. Como disse, é um grande diferencial competitivo, mas se nós não agregarmos valor ao que fazemos, se não fizermos valer o que aprendemos e com bom senso colocar em prática, não por vaidade, mas por convicção de estar fazendo o que é certo, todas elas serão banalizadas, serão apenas propaganda e certamente com prazo de validade à vencer. Pedindo licença aos nossos colegas profissionais da propaganda e MKT: “Não adianta uma boa propaganda, se o produto for ruim. Vendo uma vez, mas não mantenho o mercado.”

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